Os mercados de metais preciosos têm apresentado um desempenho forte recentemente. Em 24 de dezembro, o ouro ultrapassou a marca de 4525 dólares por onça, e a prata também atingiu um recorde de 72,59 dólares por onça. Desde o início do ano até agora, o ouro e a prata valorizaram-se respectivamente 72% e 145%, demonstrando uma tendência de alta significativa.
Por que as instituições estão otimistas em relação ao ouro?
Instituições como o JPMorgan e a Yardeni Research têm aumentado recentemente suas previsões de preço para o ouro, e a lógica por trás disso merece atenção. Por um lado, os bancos centrais globais continuam a aumentar suas reservas de ouro, o que se torna uma força de suporte de longo prazo para os preços. Por outro lado, os investidores, diante do aumento dos riscos geopolíticos e da volatilidade cambial, estão diversificando seus ativos através da alocação em ouro. Flutuações em fatores cambiais como a taxa de câmbio do RMB e o índice do dólar também impulsionaram o apelo dos metais preciosos cotados em dólares.
Como interpretar as metas de preço?
O JPMorgan prevê que o preço do ouro poderá atingir 5055 dólares por onça no quarto trimestre de 2026, e subir ainda mais para 5400 dólares por onça até o final de 2027. Uma previsão mais agressiva vem da Yardeni Research, que elevou sua meta de preço para o ouro no final de 2026 de 5000 para 6000 dólares por onça.
A previsão mais audaciosa é que a Yardeni Research projeta que, até o final de 2029, o preço do ouro poderá atingir a barreira psicológica de 10000 dólares por onça. Essa previsão baseia-se na tendência contínua de bancos centrais e gestores de ativos ao redor do mundo de manterem suas reservas em ouro.
De onde virá o potencial de alta?
Recentemente, a tensão na geopolítica aumentou, com os EUA impondo bloqueios aos petroleiros na Venezuela, elevando os riscos militares potenciais, o que reforça ainda mais o reconhecimento do valor de refúgio dos metais preciosos. Além disso, o candidato à presidência do Federal Reserve, Hassett, afirmou que o ritmo de redução das taxas de juros nos EUA é mais lento do que o de outros bancos centrais, sugerindo que a diferença nas taxas internacionais de juros se ampliará, beneficiando ativos sem juros como o ouro.
O JPMorgan aponta que, mesmo que apenas 0,5% dos ativos em dólares fora do país sejam realocados para ouro, essa demanda adicional seria suficiente para impulsionar o preço do ouro até o nível de 6000 dólares por onça. Isso indica que o potencial de alta ainda está longe de atingir seu limite.
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As instituições estão otimistas com o potencial de valorização do ouro, o objetivo de 10.000 dólares que sinaliza?
Os mercados de metais preciosos têm apresentado um desempenho forte recentemente. Em 24 de dezembro, o ouro ultrapassou a marca de 4525 dólares por onça, e a prata também atingiu um recorde de 72,59 dólares por onça. Desde o início do ano até agora, o ouro e a prata valorizaram-se respectivamente 72% e 145%, demonstrando uma tendência de alta significativa.
Por que as instituições estão otimistas em relação ao ouro?
Instituições como o JPMorgan e a Yardeni Research têm aumentado recentemente suas previsões de preço para o ouro, e a lógica por trás disso merece atenção. Por um lado, os bancos centrais globais continuam a aumentar suas reservas de ouro, o que se torna uma força de suporte de longo prazo para os preços. Por outro lado, os investidores, diante do aumento dos riscos geopolíticos e da volatilidade cambial, estão diversificando seus ativos através da alocação em ouro. Flutuações em fatores cambiais como a taxa de câmbio do RMB e o índice do dólar também impulsionaram o apelo dos metais preciosos cotados em dólares.
Como interpretar as metas de preço?
O JPMorgan prevê que o preço do ouro poderá atingir 5055 dólares por onça no quarto trimestre de 2026, e subir ainda mais para 5400 dólares por onça até o final de 2027. Uma previsão mais agressiva vem da Yardeni Research, que elevou sua meta de preço para o ouro no final de 2026 de 5000 para 6000 dólares por onça.
A previsão mais audaciosa é que a Yardeni Research projeta que, até o final de 2029, o preço do ouro poderá atingir a barreira psicológica de 10000 dólares por onça. Essa previsão baseia-se na tendência contínua de bancos centrais e gestores de ativos ao redor do mundo de manterem suas reservas em ouro.
De onde virá o potencial de alta?
Recentemente, a tensão na geopolítica aumentou, com os EUA impondo bloqueios aos petroleiros na Venezuela, elevando os riscos militares potenciais, o que reforça ainda mais o reconhecimento do valor de refúgio dos metais preciosos. Além disso, o candidato à presidência do Federal Reserve, Hassett, afirmou que o ritmo de redução das taxas de juros nos EUA é mais lento do que o de outros bancos centrais, sugerindo que a diferença nas taxas internacionais de juros se ampliará, beneficiando ativos sem juros como o ouro.
O JPMorgan aponta que, mesmo que apenas 0,5% dos ativos em dólares fora do país sejam realocados para ouro, essa demanda adicional seria suficiente para impulsionar o preço do ouro até o nível de 6000 dólares por onça. Isso indica que o potencial de alta ainda está longe de atingir seu limite.