Em 13 de julho, o CTO emérito da Ripple, David Schwartz, contestou a alegação do antigo responsável da SEC, Marc Fagel, de que o processo da SEC se referia apenas às práticas de vendas da Ripple, e não ao próprio XRP. Segundo Schwartz, a SEC aplicou uma interpretação mais ampla da teoria de Howey, tratando os detentores de XRP como parceiros num empreendimento conjunto, com a expectativa de lucros decorrentes dos esforços da Ripple, abordando assim efectivamente o XRP como um título financeiro, apesar de admitir que, por si só, não é necessariamente um título financeiro.
Schwartz citou a queixa da SEC e declarações à imprensa, que se referiram repetidamente ao XRP como um título financeiro e descreveram os executivos da Ripple como detentores de títulos, contrariando a interpretação de Fagel de que a violação teria resultado apenas do modo como a Ripple vendeu o token.