De acordo com Alex Thorn, diretor de pesquisa da Galaxy Digital, a probabilidade de o CLARITY Act passar no Congresso até o fim do ano caiu de 50% para 30% em 24 de julho. O texto completo do projeto de lei, divulgado nesta semana com 616 páginas e 104 disposições, enfrenta uma grande diferença de votos para votação. Os republicanos têm cerca de 50 votos confiáveis, mas precisam de 60 para encerrar a discussão prolongada; os senadores Hawley e Paul planejam votar contra, e McConnell não vota desde a hospitalização em junho. Sete senadores democratas que participaram das negociações disseram em conjunto que o texto atual é insuficiente, se opondo à cláusula de ética — que prevê aplicação apenas pelo Departamento de Justiça — e à disposição de expiração em 2029. A senadora Elizabeth Warren pediu a rejeição imediata do projeto.
Thorn identificou 30 de julho como o verdadeiro prazo legislativo, e não a data oficial de recesso em 7 de agosto, citando cronogramas processuais. Sem aprovação no Senado antes do recesso, as chances de o projeto se tornar lei em 2026 seriam reduzidas de forma significativa.