De acordo com a News1, em 14 de julho, os preços futuros internacionais do ouro voltaram a subir após a inflação ao consumidor dos EUA de junho vir bem abaixo das expectativas do mercado. Os contratos futuros de ouro para agosto na COMEX subiram 1,6%, para US$ 4.069,70 por onça-troy, após o Departamento de Trabalho dos EUA informar que o CPI de junho caiu 0,4% no mês, ante a queda de 0,2% prevista, aliviando as preocupações sobre possíveis aumentos na taxa de juros pelo Federal Reserve.
Apesar da alta, o ouro ainda está aproximadamente 24% abaixo de sua máxima histórica de US$ 5.318,40 por onça-troy, atingida no início deste ano. As crescentes tensões no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, de forma paradoxal, têm pressionado o ouro, já que custos mais altos de energia podem reacender o risco de inflação, o que pode manter as taxas de juros do Fed elevadas por mais tempo. Segundo o analista Fawad Razakzada, citado pela Reuters, os riscos geopolíticos agora estão gerando preocupações com inflação, em vez da demanda tradicional de refúgio do ouro.