De acordo com a Morgan Stanley, investidores alavancados reduziram o financiamento na negociação de base em U.S. Treasuries em mais de US$ 200 bilhões nos últimos meses, com o capital total atualmente em torno de US$ 1 trilhão. A negociação de base, que explora diferenças de preço entre futuros de Treasury e títulos à vista (spot), perdeu atratividade à medida que o spread entre os dois instrumentos se comprimiu, reduzindo as oportunidades de arbitragem.
Vários fatores estão pressionando a estratégia, incluindo o aumento das posições em Treasuries por bancos de Wall Street, a queda da demanda por futuros de Treasury por gestores de ativos, a pausa do Federal Reserve na redução do balanço e a mudança do Tesouro dos EUA em direção a títulos de menor prazo. Além disso, bancos que fazem hedge contra a queda dos preços dos bonds ao fazer short de futuros de Treasury geram um efeito econômico semelhante ao das operações de base, estreitando ainda mais o diferencial de preço.