BlockBeats, notícia de 4 de julho, o Banco Central do Brasil declarou em audiência no Congresso que as stablecoins possuem atributos de instrumento de pagamento, devendo ser classificadas como instrumentos de moeda eletrónica e não como ativos digitais comuns, sendo assim incluídas num quadro regulatório mais rigoroso.
A Associação Brasileira de Criptoeconomia manifestou oposição a isso, considerando que essa classificação pode gerar conflitos regulatórios, inibir a aplicação de stablecoins nos mercados institucional e de retalho, e fazer com que o Brasil se afaste das tendências regulatórias internacionais. Ao mesmo tempo, o Banco Central do Brasil também aumentou recentemente os requisitos regulatórios para prestadores de serviços de ativos virtuais, o que pode pressionar a operação de pequenas e médias instituições cripto.