De acordo com o Ministério da Economia e Finanças da Coreia do Sul, a 23 de julho o país registou um crescimento real do PIB de 3,7% em termos homólogos no segundo trimestre, tornando cada vez mais provável o cumprimento de uma meta de crescimento de 3% no conjunto do ano. O ministério salientou que a renda interna bruta real (GDI) do 2.º trimestre disparou 15,6% em termos homólogos, registando a maior taxa de crescimento desde o 1.º trimestre de 1988 — resultado de melhores condições de comércio impulsionadas pelo aumento dos preços dos semicondutores.
O ministério também estimou que o rendimento nacional bruto (RNB) per capita da Coreia do Sul poderá ultrapassar os 40.000 USD pela primeira vez na história. No entanto, os responsáveis assinalaram riscos negativos persistentes, incluindo tensões no Médio Oriente, a eventual cessação de operações no Estreito de Ormuz e ameaças à navegação no Mar Vermelho, alertando para um possível aumento dos preços internacionais do petróleo e perturbações nas cadeias de abastecimento.