De acordo com o Tesouro Nacional do Quênia, anunciado em 27 de julho, o país reduziu em 40% o capital mínimo integralizado exigido para emissores de stablecoin, para US$ 2,32 milhões—abaixo dos quase US$ 3,9 milhões propostos nas regras de rascunho em março passado. O limite menor tem como objetivo facilitar a entrada no mercado queniano, que a Bybit classificou como o 5º no mundo em adoção de cripto em 2025, com stablecoins impulsionando pagamentos transfronteiriços e atuando como hedge contra a volatilidade cambial.
Na nova estrutura, o Banco Central do Quênia vai aplicar exigências rígidas de reservas: emissores de stablecoin precisam manter lastro de 1 para 1 com ativos elegíveis, e os clientes podem resgatar tokens pelo valor nominal em até dois dias úteis. O regulador também detém poderes amplos para conter a circulação de tokens emitidos no exterior, exigindo que plataformas locais parem de oferecê-los.