A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) protocolou acusações com acordo parcial contra Zan Shaikh, morador da Flórida, e sua empresa Mining Automatic, por um suposto esquema de mineração de criptoativos que teria levantado cerca de US$ 22 milhões com mais de 380 investidores. A agência alega que Shaikh e Mining Automatic prometeram aos investidores retornos mensais garantidos a partir de uma suposta operação de mineração de um criptoativo entre aproximadamente junho de 2023 e maio de 2025, mas a operação não conseguiu gerar os retornos prometidos. De acordo com a denúncia da SEC, apenas cerca de 13% dos recursos dos investidores foram usados em despesas ligadas à suposta atividade de mineração, enquanto o restante teria sido destinado a marketing, despesas pessoais de Shaikh e custos de negócios não relacionados. As acusações se somam a um padrão familiar de fiscalização da SEC voltado a produtos de investimento em cripto com alto rendimento, comercializados com base em mineração, staking ou infraestrutura automatizada, com indícios frágeis de viabilidade do negócio subjacente.
A SEC alega que Shaikh e Mining Automatic fizeram deturpações sobre sua experiência, expertise, histórico, uso dos recursos dos investidores, status das operações de mineração e os motivos pelos quais os pagamentos mensais não foram feitos quando devidos. A denúncia afirma que Shaikh e Mining Automatic arrecadaram pelo menos US$ 20 milhões a mais do que reembolsaram os investidores. A agência disse que o dinheiro dos investidores foi usado principalmente em marketing para recrutar novos investidores, despesas pessoais de Shaikh e custos de negócios não relacionados, em vez da operação de mineração que os investidores teriam sido informados que geraria retornos.
A denúncia acusa Shaikh e Mining Automatic de violações da Lei de Valores Mobiliários de 1933 (Securities Act of 1933) e da Lei de Valores Mobiliários e Bolsa de 1934 (Securities Exchange Act of 1934). A denúncia da SEC se concentra na lacuna entre o que os investidores teriam sido informados e como o dinheiro teria sido usado.
De acordo com a denúncia, a operação não conseguiu gerar os retornos que teriam sido prometidos. A SEC afirmou que apenas cerca de 13% dos recursos dos investidores foram usados em despesas ligadas à suposta atividade de mineração de criptoativos. A agência alega que o dinheiro dos investidores foi usado principalmente para marketing com o objetivo de recrutar novos investidores, despesas pessoais de Shaikh e custos de negócios não relacionados, e não na operação de mineração que os investidores teriam sido informados que geraria retornos.
A denúncia também afirma que Shaikh e Mining Automatic arrecadaram pelo menos US$ 20 milhões a mais do que reembolsaram os investidores. A agência alega que Shaikh e Mining Automatic fizeram deturpações sobre sua experiência, expertise, histórico, uso dos recursos dos investidores, status das operações de mineração e os motivos pelos quais os pagamentos mensais não foram feitos quando devidos.
A SEC protocolou acusações com acordo parcial, o que significa que Shaikh e Mining Automatic concordaram com medidas que os impediriam permanentemente de cometer futuras violações das disposições da legislação de valores mobiliários citadas na denúncia. A denúncia os acusa de violações da Lei de Valores Mobiliários de 1933 e da Lei de Valores Mobiliários e Bolsa de 1934.
Uma liminar permanente restringiria condutas futuras, mas não resolve, por si só, todas as consequências do caso. O acordo parcial também mantém as alegações da denúncia como o principal registro público da tese da agência. A SEC está enquadrando a conduta como uma fraude ao investidor construída em torno de alegações de mineração de criptoativos, suposto uso indevido de recursos e declarações falsas sobre a capacidade do negócio de fazer pagamentos mensais.
O que a SEC alegou contra Mining Automatic e Zan Shaikh?
A SEC alega que Zan Shaikh e Mining Automatic prometeram aos investidores retornos mensais garantidos a partir de uma suposta operação de mineração de criptoativos entre aproximadamente junho de 2023 e maio de 2025, levantando cerca de US$ 22 milhões com mais de 380 investidores. A agência alega que a operação não conseguiu gerar os retornos prometidos, que apenas cerca de 13% dos recursos dos investidores foram usados em despesas relacionadas à mineração e que Shaikh e Mining Automatic fizeram deturpações sobre sua experiência, expertise, histórico, uso dos recursos dos investidores, status das operações de mineração e os motivos pelos quais houve atrasos nos pagamentos. A denúncia afirma que eles arrecadaram pelo menos US$ 20 milhões a mais do que reembolsaram os investidores.
Por que retornos garantidos ligados à mineração atraem escrutínio regulatório?
A denúncia da SEC se concentra na lacuna entre o que os investidores teriam sido informados e como o dinheiro teria sido usado. A agência disse que Shaikh e Mining Automatic fizeram deturpações sobre sua experiência, expertise, histórico, uso dos recursos dos investidores, status das operações de mineração e os motivos pelos quais os pagamentos mensais não foram feitos quando devidos. Os reguladores tratam esquemas de investimento vinculados à mineração como questões de aplicação da lei de valores mobiliários quando os recursos do investidor são reunidos, os retornos são prometidos e os compradores confiam nos esforços do promotor, e não na própria atividade de mineração.
O que o acordo parcial significa neste caso?
A SEC protocolou acusações com acordo parcial, o que significa que Shaikh e Mining Automatic concordaram com medidas que os impediriam permanentemente de cometer futuras violações das disposições da legislação de valores mobiliários citadas na denúncia. A denúncia os acusa de violações da Lei de Valores Mobiliários de 1933 e da Lei de Valores Mobiliários e Bolsa de 1934. Uma liminar permanente restringiria condutas futuras, mas não resolve, por si só, todas as consequências do caso.
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