Segundo o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Mao Ning, em 7 de julho, a Guarda Costeira do Japão comunicou a 3 de julho que um navio de levantamento hidrográfico chinês entrou na zona económica exclusiva perto de Kumejima, no sudoeste da província de Okinawa, e lançou objetos semelhantes a cabos, levando o Japão a solicitar, por rádio, que o navio cessasse as suas atividades.
Mao Ning afirmou que as Ilhas Diaoyu e as suas ilhas adjacentes são território inerente da China, e as operações de levantamento hidrográfico chinês nas águas em redor das Ilhas Diaoyu inserem-se nos direitos soberanos da China, sendo lícitas e irrepreensíveis. A China opõe-se firmemente à interferência do Japão nas atividades legítimas do navio de levantamento e já apresentou representações enérgicas ao Japão.