ETFs alavancados de ações únicas na Coreia do Sul levantam preocupações regulatórias face à expansão da volatilidade de 1,3 a 1,4 vezes, mas dados globais sugerem um fenómeno mais amplo

De acordo com a Yonhap Infomax, a 9 de julho, os reguladores sul-coreanos estão a ponderar medidas reforçadas para os ETFs alavancados de ações individuais, incluindo propostas de deslistagem e barreiras de entrada mais restritivas. No entanto, analistas de mercado argumentam que a expansão da volatilidade é um fenómeno global, e não exclusivamente atribuível aos produtos alavancados. Dados mostram que a volatilidade da Samsung Electronics e da SK Hynix aumentou 1,4 vezes desde o lançamento dos ETFs a 27 de maio, enquanto a Micron Technology, dos EUA, aumentou 1,44 vezes e a Kioxia, do Japão, 1,26 vezes no mesmo período. Além disso, o ETF de alavancagem diária 2X da CSOP, listado em Hong Kong, detém 7,9 mil milhões de dólares em ativos líquidos — 1,6 vezes maior do que todos os equivalentes sul-coreanos combinados — sugerindo que a deslistagem de produtos nacionais seria ineficaz. Observadores do setor citam exemplos de intervenções regulatórias passadas: restrições de 2011 a 2014 aos opções do KOSPI 200 fizeram a classificação do mercado de derivados da Coreia do Sul cair do 1º para o 12º lugar, reduzindo o volume de negociação em 31,6%.
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